Post-Lembrete: Vestindo Preto e Branco

Hoje tem.

Hoje tem.

Caros amigos do Blog EU, RADAMÉS Y PELÉ,  é o seguinte. Este é apenas um post-lembrete de que dentro de algumas horas, o Sport Club Corinthians Paulista completa 102 anos de vida quando entrarmos no dia 1º de Setembro.

Se assim como este que vos escreve, você também é torcedor do alvinegro de Parque São Jorge, vista seu manto, prepare sua bateria de fogos de artifício, aqueça sua garganta e pendure sua bandeira na janela ou varanda porque o Reveillón Preto e Branco vai começar.

Por uma ironia do destino e por conta de compromissos profissionais, quase não poderei usar o manto durante o dia 1º, mas o espírito de celebração do corinthianismo segue vivo a cada minuto, a cada hora, a cada segundo que a gente puder viver neste primeiro de setembro de 2012. Ano, que por sinal, está sendo bastante próspero a coletividade corinthiana.

Falar sobre a história do Corinthians em post de aniversário é redundância e não o farei novamente. Você pode conferi-la em inúmeros Posts ali no search. Basta pesquisar “Corinthians” e achará vários interessantes, sobre diversas passagens da rica história do clube.

Corinthianismo nada mais é do que celebrar a mescla de tudo e transformando-os em iguais. Os negros, os índios, os pardos, os amarelos, os vermelhos, os mamelucos, os cafusos, os homens, as mulheres, os ricos, os pobres, os milionários e os mendigos.

E todos viveram felizes para sempre....

E todos viveram felizes para sempre….

É ver igualdade nos imigrantes, nos migrantes, nos paulistanos e nos não-paulistanos. Juntar os vagabundos, os operários, os garçons, as prostitutas, os artistas, os malandros, os comunistas, os socialistas, os capitalistas, os favelados, os bons, os ruins, os vivos, os mortos, enfim, o Preto e o Branco.

É celebrar o tortuoso, o difícil. Rever a epopéia do impossível e provar a ele mesmo que não é. É ser Gandhi, Macunaíma, Che Guevara e Princesa Isabel ao mesmo tempo. É relembrar Manoel Correcher, Miguel Battaglia, Alfredo Schürig, Francisco Picciochi, Alfredo Ignácio Trindade, Pai Jaú e Vicente Matheus.

Ser Corinthians também é  saudar Chico Mendes, Ayrton Senna, Elis Regina, Amácio Mazzaropi e Elisa Alves do Nascimento. Neco, Luizinho, Cláudio, Baltazar, Doutor Sócrates, Lidu e Eduardo. Além de tantos outros vivos, mortos ou imortais.

Talvez, juntando estes dois últimos parágrafos, ainda não seja possível cravar com certeza o que é ser Corinthians.

Gol do Corinthians contra o Santos em 1994.

Gol do Corinthians contra o Santos em 1994.

Neste pequeno texto-lembrete, celebremos juntos o corinthianismo. Axé !
Vai Corinthians !

Até mais !

Luís Butti
Twitter: @luisbutti

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