Palestraction

Palestra Campeão nos 50 anos de Stones: é o Palestraction.

Palestra Campeão nos 50 anos de Stones: é o Palestraction.

Amigos do Blog EU, RADAMÉS Y PELÉ, o dia chegou. Após um longo e incômodo jejum, o Palestra é novamente Campeão Nacional após 14 anos. O Palmeiras venceu ontem a Copa do Brasil 2012, derrotando o bravo Coritiba na grande Final. Deu Palmeiras por 2×0 em Barueri semana passada e 1×1 no Couto Pereira lotado ontem.

O Palmeiras, do mesmo Luiz Felipe Scolari, já havia feito o mesmo em 1998, quando derrotara o Cruzeiro. Após perder por 1×0 no Mineirão, reverte e faz 2×0 num Morumbi pintado em verde e branco.  E ontem, foi a segunda conquista palestrina do torneio, abrilhantando cada vez mais a sua sala de troféus.

Título que, diga-se de passagem, a exemplo da conquista da Libertadores da América pelo arqui-rival na semana passada, também foi merecido, incontestável e invicto.

É bem verdade, o título do Palmeiras nessa Copa do Brasil, diferente do Corinthians na Libertadores, não foi técnico, absoluto e também não veio com um elenco habilidoso individualmente. Mas foi rock and roll pra cacete. Foi extremamente coração, sofrido. Algo que poucos esperavam, e o Palestra foi e provou o contrário. E é exatamente isso que a torcida adora.

Não, caros amigos. Gostar de um triunfo após o sofrimento não é algo exclusivo de nós, corinthianos. Todos os torcedores, independente de clube, adoram eessa sensação.

E quis o destino que essa campanha extremamente Rock and Roll do Palmeiras acontecesse exatamente nos cinquenta anos de Rolling Stones, comemorados hoje. É o “Palestraction”. De cabelos longos, ao vento, bigode, rebeldia e até certo ponto, porra-louca, o time de Scolari foi passando fase a fase, até chegar a Final contra o Coxa.

O Palmeiras, ao som de Rolling Stones, na base do “Palestraction”  está, novamente de volta a Libertadores da América 2013, onde, se o destino der uma mãozinha, pode reencontrar mais uma vez o arqui-rival Corinthians.

Corinthians, que, ironicamente, vive uma vibe mais beatlemaníaca, meio “Lucy And Sky With A Diamond”, sem acreditar no trunfo da Libertadores deste ano de 2012.

E, sabemos que a rivalidade sadia, cinquentenária e internacionalmente famosa entre Beatles e Rolling Stones no Rock And Roll, também bem interessante, assim como a de Corinthians e Palmeiras no Futebol. Todos ganham (principalmente o Futebol Paulista) quando os dois lados da disputa estão em alto nível. E é isso que deve acontecer em 2013, e levantar a questão, tanto musical como esportiva: Quem é melhor ?

Assim como foi a carreira dos Stones, que completa cinco décadas de atividade, a história alviverde não é diferente, e provou a sua força mais uma vez ontem: abocanhou mais uma taça para a sua vasta Sala de Troféus contra um Coxa que, apesar da campanha interessante e da festa magnífica de sua torcida, mais uma vez não aguentou um time tradicional e de camisa numa Finalíssima nacional.

Como dizia o meu amigo Rica Perrone, gigantes nunca morrem. Apenas adormecem. E ontem acordaram o gigante Palmeiras ao som dos Stones. Não deu outra. Palmeiras campeoníssimo, vitoriosíssimo e alviverdíssimo.

Aliás, desde que começou a Final, o Coritiba, mesmo em ótima fase, não ameaçou o título palmeirense em nenhum instante, desde o primeiro jogo. Até porque, quando há uma disputa entre dois alviverdes nacionais numa Final, e um deles é o Palmeiras, meu amigo, certamente já sabemos que o vencedor será o Palestra. Camisa e tradição, é isso.

O scratch do alviverde de Palestra Itália é a mais pura consagração da rebeldia, da ousadia e do deboche estampada no rosto, cabelos ao vento, bigodes e um rock and roll misturado com o futebol, que ao invés de usar preto, usa verde e branco. Algo completamente avesso a história palestrina, mas que entrou para o Hall da Fama verde neste mês.

Cabelos ao vento e estilão desbocado: Valdívia é o Jagger da Turiassú.

Cabelos ao vento e estilão desbocado: Valdívia é o Jagger da Turiassú.

Valdívia, caros amigos, é o retrato fiel do “Palestraction”. Um cara que adora ser contrariado, ir contra a maioria, que provoca e que debocha de qualquer um. Não interessa se está certo ou errado ou se isso vai dar cagada. O mais puro espírito rock and roll.

E, italianices e tradições a parte, para o amigo alviverde de Palestra Itália, hoje é dia de celebração. Um Rock and Roll de botar as cantinas de cabeça pro ar e enlouquecer a Nonna. Este é o estilo deste novo Palmeiras, que começa a dar ares de vencedor, como nos anos 70, 90 e começo dos 2000.

 

Rivalidades a parte, felicitações aos amigos palestrinos e seu “Palestraction”, o grande Campeão da Copa do Brasil de 2012.

Até mais !

Luís Butti
Twitter: @luisbutti

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