O meu humilde direito de resposta, caro Odir.

Peço perdão aos leitores nã0-corinthianos até porque este espaço não é para se falar apenas de Corinthians muito menos para direito de resposta, mas hoje sai de cena o Butti blogueiro, isento e justo que representa TODOS os clubes, e entra o Butti corinthiano catedrático e passional, porém ainda muito racional.

O negócio é o seguinte. Nesta noite de terça-feira, a Fiel foi surpreendida por um texto do jornalista Odir Cunha, responsável pela história do Santos Futebol Clube, no qual, o mesmo Odir, se refere a nós (sim, a nós, porque eu estou vendo inúmeros torcedores não-corinthianos ofendidos com o texto) com tamanha xenofobia, ódio e incitação a violência.

A resposta a este texto era até passível de processo na Justiça, mas as minhas armas são as palavras.   Lanço porém, o meu humilde direito de resposta. Abaixo segue o texto, na íntegra, e abaixo de cada parágrafo, a minha ponderação, em negrito:

POR ODIR CUNHA http://blogdoodir.com.br/

Nesses dias o Santos está vivendo novamente a sensação de ter a maior torcida do Brasil ao seu lado, como acontecia no final da década de 1960. Além da enorme massa de santistas que se espalha pelo País, há um número infindável de torcedores de outros times que nesta semifinal da Libertadores estarão ao lado do Alvinegro Praiano. Isso porque, além da inegável folha de serviços prestados ao futebol bonito e limpo, o Santos enfrentará um adversário que é, disparado, o clube de futebol mais rejeitado do Brasil.

Não, caro Odir. O Santos não teve, não tem e nunca terá a maior torcida do Brasil. A admiração a Pelé não se migra automaticamente para o clube de forma passional, rompendo a linha tênue do admirador para o torcedor.

Assim como não existem milhões de torcedores do Barcelona  aqui no Brasil por causa de Lionel Messi, também não houve multidão alguma de santistas nos anos 60. O Futebol é sutil, caro Odir. Admirações vem e vão. Para alguns ficam, independente de clube. Portanto, não alimente mitos e falsos fenômenos do crescimento. Bote Neymar no Náutico que o Náutico vira o “querido do Brasil” em três tempos.

Quanto aos serviços prestados ao futebol, de fato, o Santos tem uma enorme contribuição. Só esqueceu de citar os escândalos dos 2 títulos de Libertadores e os 2 Mundiais com atletas regados a Doping devidamente contados e documentados pelo falecido Almir Pernambuquinho, em sua biografia “Eu e o Futebol”.  

Por que todo torcedor que não é corintiano odeia esse time? Seus adeptos dirão que é porque ele é o maior, o mais isso e o mais aquilo… Mas a verdade é que é odiado porque, historicamente, é o clube mais favorecido por arbitragens e esquemas extra-campo e o que possui um torcedor que costuma ser arrogante e provocador.

Aguardo provas escritas, documentadas e publicadas de nossos favorecimentos, caro Odir. Palavras vão e vem e somem ao vento. As nossas, inexistem. Porém, as provas contra os triunfos do Santos estão lá, pra qualquer um que quiser ler a história de Almir Pernambuquinho.

Livro, que por sinal, já deram um jeito de desaparecer de sebos, livrarias e bibliotecas, assim como o Rei Roberto Carlos fez com um livro que contava coisas que o mesmo não queria que o mundo soubesse em 2006 pra 2007. Não interessa pro mundo do Futebol saber que o Santos de 1962-1963 tem uma farsa a esconder.

Talvez, íntegro como sempre, seja por isso que Rei Pelé, misteriosamente não atuou em alguns deles, “machucado”. Não quis participar da farsa. Mas não tem problema, pra quem não leu, eu conto aqui.

Esse desrespeito pelos adversários é um traço da personalidade do corintiano. Do homem mais simples ao publicitário mais influente, todos agem da mesma forma – e com a mesma petulância – quando falam de futebol. Parecem ter feito um tratamento de lavagem cerebral no mesmo laboratório. Até o discurso é similar.

Caro Odir, apesar de representar, não falo nem quero agir pelos outros. Mas tenho tanto “desrespeito” ao Santos Futebol Clube, no caso, nosso principal adversário no mês, que Rei Pelé, veja você, figura no nome deste humilde espaço, comandado por um corinthiano.

Quanto a Washington Olivetto – sim, caro Odir, todos nós percebemos a sua cara-de-pau e o jeitinho de fingir que não falou. Washington tem a sua genialidade sem precisar abrir a boca. Talvez, exatamente por ser uma pessoa simples (quem o conhece pessoalmente, como eu, pode dizer). Caro Odir, a simplicidade cativa. Deve ser por isso que Washington é tão querido, seja com ou sem o alvinegro de Parque São Jorge.

Veio dos corintianos a frase de que quer ver o time campeão nem que seja além do tempo, com um gol de mão e em impedimento. Por aí se vê o nível de torcedor que o time tem. Esse comportamento não pode agradar ninguém porque não é educado e nem civilizado.

Caro Odir, o senhor é um mito. Confesso que, em plena flor da pele no auge da emoção, queria ser um Lorde como você quando se joga uma partida tão apaixonante e que muda seu cenário a cada minuto. Eu duvido que você nunca tenha tido o prazer gritado um gol do Santos aos 48 do segundo tempo.

E isso não é demérito, caro Odir. Nós, brasileiros e seres humanos (inclusive santistas, diga-se de passagem) que vibramos, choramos e sentimos, preferimos chamar de paixão. Conte-me mais como é ser uma máquina e ter paixão por um clube de Futebol.

Há coisa mais antipática do que bajular a si mesmo e ao mesmo tempo diminuir os rivais? Pois seus aficionados designam seu time de “todo-poderoso” e transformam um leme de navio em “timão”. Chamam-se de mais “fiéis”, dizem que já nasceram assim e que professam uma “religião”. Denominam a seu grupo de aficionados de “nação” e superdimensionam o número de seguidores do partido, como políticos em campanha.

Caro Odir, fale mais sobre o “Santástico, o Show da Vila”, chamar o Urbano Caldeira de “Catedral do Futebol” e tratar Rei Pelé como um semi-Deus, numa religião praiana devota da bola. Grato.

Na verdade, em sua maioria são xiitas do futebol que não se envergonham de mentir, que primam pela irracionalidade e se tornam perigosos quando contrariados, voltando-se contra seus próprios jogadores depois de uma derrota importante. Por causa dessas atitudes, a Polícia Militar terá de reforçar o policiamento no jogo do Pacaembu, pois há sério risco de que, após a partida, o bando saia do estádio quebrando tudo o que estiver pela frente.

Caro Odir, saiba que também não compactuo com a violência e o vandalismo. Porém, não foi a torcida do meu clube que cerca a torcida de seus rivais na descida da serra e arremessa vasos sanitários na bandeira de escanteio a cada córner rival.  

 

Meu primeiro contato com o inimigo

Acho que era o ano de 1962 e o Santos, que vivia o seu Cinqüentenário, ganhava tudo. Em uma conversa sobre futebol com um colega de ginásio que eu reputava um dos mais inteligentes da classe, eu falava do Santos e de Pelé quando constatei, assustado, que isso gerava uma reação incontrolável de inveja e revolta no meu colega.

O Santos era campeão do mundo, todos os seus jogadores, com exceção de Dalmo, eram chamados regularmente para a Seleção Brasileira, e além de tudo tinha Pelé, já cantado em prosa e verso no mundo inteiro. Mesmo assim, não sei como, meu colega deu um jeito de menosprezar o que dizia e ao mesmo tempo afirmar e repetir que seu time era “o maior”.

Até ali eu não entendia direito como uma conversa como futebol poderia descambar para a discussão e entrar em um non sense total. Eu falava de futebol como poderia falar de qualquer outro assunto, mas percebi que aquele tema era tabu para o meu frustrado amigo, que reagiu de maneira agressiva e sarcástica.

Aquela foi minha primeira experiência – decepcionante – de tentar usar fatos reais, concretos, ao conversar com alguém que se apegava na irracionalidade para falar das “vantagens” de seu time – que, por sinal, não vencia o meu há alguns anos.

Ainda me vejo, menino, com a boca aberta diante de tanta asneira, de tantas informações falsas e argumentos idiotas. Esse contato marcante com o lado animal e imbecil do homem me foi proporcionado por um corintiano que, nas outras questões da vida, era uma pessoa normal e poderia passar por civilizada. Confesso que fiquei pasmo com o nível de selvageria que a discussão de futebol pode levar o homem. Espanto que sinto até hoje ao ouvir e ler alguns colegas da imprensa esportiva.

Como eu, acredito que muitos dos que rejeitam o Corinthians tiveram experiências parecidas com algum representante do bando de loucos. É impossível conversar, muito menos discutir, sobre futebol com alguém que se acha acima da verdade e da ética. Por isso, nesta semifinal da Libertadores, o Brasil ficará bem mais feliz se o Alvinegro Praiano seguir em frente na Libertadores. Será um prêmio ao futebol bonito. E ao jogo limpo. Vai Santos!

Caro Odir, eu nunca falei disso para meus leitores, mas vou dizer hoje. Peço perdão por envolver quem nada tem a ver com isto aqui, mas eu, no meu alto dos meus trinta anos, convivi pacíficamente desde criança, com meu primo, quatro anos mais novo que eu, e igualmente santista doente como você.

Sim, caro Odir. Meu primo, de 1992 a 2001 também sentia o mesmo que seus amigos sentiam nos anos 60. Como poderia o Santos dele não ser Campeão de nada e vencer raras vezes o meu Corinthians ? E esta é exatamente a graça do Futebol.

Assim como a coisa novamente se inverteu de 2002 a 2007. E nem por isso, deixamos de ter um convívio sadio. Sabe, caro Odir, não tenho jeito para me portar feito Adolph Hitler, ditar minhas idéias, ideologias e doutrinas. As pessoas, inclusive meus parentes, são livres para pensar, agir e se portar, civilizadamente. Talvez você não saiba, mas não somos animais como você pensa ser.

E se o Santos, com seu chamado “futebol alegre” classificar, a primeira pessoa que irei parabenizar é exatamente meu primo, fanático e isento como eu.

Porém, como este espaço é musical, citarei dois nomes da música brasileira:  

Assim como diria e cantava Vinicius de Moraes, caro Odir, o Futebol é como um samba. Precisa de um bocado de tristeza, senão não se faz um samba não. E nem um clássico do Futebol. E se vocês são a alegria e o jogo limpo, logo, nós somos o lado triste e sujo do Futebol, como o Senhor prega, é provável que a gente  é que vá sorrir no fim das contas. Afinal, como diria o santista Mano Brown, chora agora, ri depois.  

E você, odeia o Corinthians? Por que?

Caro Odir, peço que continue com seu ódio e xenofobia. Assim, talvez a torcida dos demais clubes tenha um parâmetro do que é se torcer, amar e odiar de forma sadia e esportiva.

No mais, um grande abraço a você, caro Odir. Não guardo rancor. Meu negócio é na base do sorriso na cara e da alegria, independente do resultado de uma partida. Talvez se eu tivesse ódio como o senhor, não saberia reunir as alegrias do brasileiro num lugar só, como o Futebol, Música e Papo de Botequim.

Aliás, segue abaixo uma foto para botar um ponto final na minha resposta.

Eu e meu primo, torcedor do Santos. Rivalidade como deve ser.

Eu e meu primo, torcedor do Santos. Rivalidade como deve ser.

Até mais !

Luís Butti
Twitter: @luisbutti

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized e marcado , , , , , , , . Guardar link permanente.

24 respostas para O meu humilde direito de resposta, caro Odir.

  1. Rafael Lucca disse:

    Esse Odir começou o texto dele citando Joseph Goebels, sinceramente não dei a menor atenção a ele. Nossa resposta é no campo e na arquibancada. Este senhor fez um desserviço ao time dele e ao futebol.

  2. Will Zolini disse:

    Gostei dos azulejos azuis portugueses, ah estavam falando algo do snpsm? Nem percebi.

  3. Rafael Lucca disse:

    Apenas corrigindo, o meu comentário… Andei lendo um texto que dizia que o Corinthias e sua campanha da nação é uma fraude, se quiser pode apagar meu comentário. Misturei as bolas.
    Abs, parabéns pelo texto.

  4. Otavio disse:

    É dificil dizer alguma coisa diante de tanta ASNEIRA que aquele tal cidadão falou.
    Parabens pela resposta Luis.
    E é totalmente passível de processo. Basta o nosso presidente querer.
    abs

  5. Juliana Mazur disse:

    Medo de encarar o Corinthians… aí já começa a apelação, a choradeira… em q momento mesmo ele falou algo sobre o time dele??? Pra mim isso não passa de admiração e medo escondido em palavras de ataque! Como disse um amigo acima.. a nossa resposta é dentro de campo, somos sim uma nação, um bando de loucos, nosso amor pelo Corinthians está no sangue, nascemos assim “Corinthianos”, não sinta-se incomodado com a gente, a inveja é feia. O Corinthians é diferente, somos o q vcs jamais conseguiram ser. Agora prepare-se para o jogo e guarde a choradeira!

  6. Acompanho alguns posts seus na comunidade do Corinthians (não a da Poderoso Timão, a cmm menos movimentada mesmo), e sempre acho seus comentários MUITO próximos da realidade e com muito sentido (com algumas exceções, às vezes, é verdade).
    Mas, sem puxa-saquismo, você é um dos poucos membros que posta algo decente naquela comunidade, e este direito de resposta só prova o que estou dizendo aqui.
    Parabens, e sucesso ao blog!

  7. Sinceramente acho que esse tipo de colocação não merece o tempo despendido para uma resposta digna como a redigida. Um texto totalmente fraco, superficial e subjetivo. O autor deveria tentar melhorar seu conteúdo intelectual em detrimento de criar discórdia entre fãs de um esporte que já sofre em demasia com a barbárie. Talvez pudesse, dessa forma, escrever um material com melhor conteúdo.

  8. Kadu disse:

    Mano, vc é um gênio, que resposta maravilhosaaaaaa e vai Corinthians sempre…

  9. Vitor disse:

    Você foi completamente parcial na sua resposta mal fundamentada.Vamos ver se mesmo que somente por 90 minutos o Sanots não terá a maior torcida no dia 13. Não é apenas admiração você gritar no gol de outro time, e acompanhar cada minuto com a expectastive de que ele vença. Você querendo ou não, o Santos terá a a torcida da maioria de São paulinos e palmeirenses além da maioria das outras torcidas.
    Não acho que o time do corinthians é a mais favorecida, pelo menos não pela minha experiência de vida, mas quer prova maior do que o campeonato brasileiro de 2005 que era do Inter?? Essa corrupção foi escancarada na cara de todos que gostam de futebol. Você quer citar um livrinho que ninguém leu e nem da bola pra falar do favorecimento pro Santos? O escandalo do Sveitão apreceu no jornal Nacional.
    Com relação aos torcedores babacas e parciais como você, com certeza há muitos no corinthians como em todos os times. Acho que o gênio Odir Cunha foi muito mal em seu texto também.

    • luisbutti disse:

      Fui parcial sim. Assumo isso no começo do post.

      Parcial, porém não injusto. Bastante divulgadas ou não, são verdades. Não fui eu quem as escrevi nem muito menos inventei.

      Em tempo, não citei um “livrinho que ninguém leu”. Citei um dos grandes clássicos da literatura futebolística das antigas, do mesmo naipe de “O Negro no Futebol Brasileiro”, de Mário Filho.

      A propósito, no próprio Museu da Vila Belmiro deve possuir tal livro.

      Quanto a 2005, tivemos onze jogos refeitos. Como você me prova que o Internacional seria o Campeão ?

      Futebol não é apenas matemática. Muita coisa muda conforme um resultado.

      No mais, sigo a sua disposição em demais posts exaltando os clubes. Parcialidade, só hoje.

      Amanhã, o meu respeito a todos os clubes (inclusive ao Santos, o qual fiz um belo post merecido em seu Centenário – você pode procurar ali no search) está de volta.

      Este espaço não é para falar só sobre o Corinthians. Hoje é a exceção.

      Grande abraço.

      • Claudio disse:

        Em 2005, o ódio cego dos demais clubes impediram de ver os erros favoráveis ao Internacional. Exemplo: gol irregular contra o Brasliense. 1 a 0? zero a zero seriam 2 pontos a menos. Perceba o impedimento…participação na jo gada, não marcada.

  10. jony disse:

    para o texto ficar perfeito faltou perguntar ao “jornalista” se ele faz parte do grupo “cuspidores da vila”.

  11. Vi no texto deste sr mais conhecido como ODIR …um texto a base da propagacao do odio…parabens pelo seu texto admiravel meu amigo….pena que nao tenho dinheiro para processar este sr….

  12. Claudio disse:

    Eu não queria entrar no mérito do texto do Odir Cunha, mas voltar um pouco ao passado. Primeiro, durante praticamente toda a década de 80 e início de 90, anos os quais o Santos nem figurava nas listas dos principais times brasileiros. Isso me causava espanto. Perguntava a mim mesmo: Nossa, mas este era o time do Pelé, não é mesmo? Era algo como peça de museu, e não como clube de futebol. A falta de respeito era ilustrada pelos próprios torcedores, que se sentiam envergonhados de ser uma espécie de “Lusa ” da baixada. Isso, sem querer causar demérito a ambos.

    Durante meus 40 anos de vida, eu pouco ouvi,também, os santistas buscarem apelo na Libertadores como “grandes conquistas”. O torneio era razoavelmente desconhecido até o meio dos anos 80,, e provocava aversão a maior parte dos clubes brasileiros, em virtude da péssima arbitragem e também à fraca logística. Até hoje, paga-se para jogar o torneio.

    Das palavras do próprio Coutinho “A Libertadores para a gente não valia nada. A gente mal via a hora de jogar e pensar no Campeonato Paulista”. Os tempos mudaram, e hoje o Santos busca o tetra. Por isso, a torcida queria apenas usar o mosaico no jogo de amanhã como espécie de provocação ao SCCP. Como se os títulos em foco o colocassem à frente em grandeza e apelo popular. O Corinthans é um time cheio de mistérios.

    Me causa espanto também o eterno resgate dos anos 60 para relembrar que o Santos foi um dia gigante por causa das conquistas de Pelé. É fato: o Corinthians sempre foi maior do que qualquer craque que vestiu sua camisa, e isso não causa vergonha em seus torcedores. Ao contrário.

    Talvez, inclusive, este seja o ponto de discórdia dos leitores sobre o texto comentado e respondido brilhantemente pelo Butti, o qual concordo 200%.

  13. SidneiSki disse:

    Gostei da resposta Luis é praticamente tudo que tinha vontade de escrever mas não tenho um Blog e o Twitter não comporta, você falou por mim e por milhões de corintianos que não compactuam com a violencia incitada pelo jornalista formado, eu não tenho o perfil que este senhor descreveu e esqueceu-se de que o VENTO QUE VENTA CÁ E O VENTO QUE VENTA LÁ.
    Valeu mesmo parceiro espero que o Sr Odir tenha mais respeito seja homem e leia seu texto!

    Abraços: @SidneiSki

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s