Press Start Button – Você lembra ?

Máquina de Arcade do game Virtua Striker II. Isso cansou de ficar lotado em Shoppings, casas de games e fliperamas de esquinas.

Máquina de Arcade do game Virtua Striker II. Rapaz, isso cansou de ficar lotado em Shoppings, casas de games e fliperamas de esquinas nos anos 90 e começo dos 2000.

Amigos, o Post de hoje vai balançar os corações de quem tem, principalmente de 25 a 35 anos. Passei a madrugada revendo e separando vídeos, que os senhores irão, muito provavelmente se emocionar, relembrar e querer jogar: os Games de Futebol, principalmente os dos anos 80 e começo dos 90. Separei alguns, que particularmente me marcaram, para mostrar, comentar e relembrar.

A maioria deles em plataformas 8 Bits (Master System/Nintendinho) e 16 Bits (Mega Drive/Super Nintendo), ou até em plataformas mais antigas e bem mais avançadas, o fato é que os Futebóis do Video Game fizeram muita criança dos anos 80 e 90 se divertir e se emocionar.

Vamos lá ?

Super Futebol (Great Soccer) – Master System: Meu primeiro Futebol (na verdade, segundo, mas Futebol de palito e 2 jogadores contra 2 jogadores no Atari não vale. Futebol MESMO, de se escolher seleção e jogo jogado, este foi o pioneiro). Lançado em 1987 para 1988 para o Master System da Sega, o Super Futebol é uma transição da Copa 1986 para a Copa de 1990, e reúne apenas oito seleções.

Com uma mecânica bastante simples, tem como destaque a Argentina e a Alemanha, Seleções Finalistas das duas Copas que tiveram o jogo como destaque entre elas. As outras seleções são França, Brasil, Inglaterra (Reino Unido), Itália, Japão e EUA. O destaque, digamos, negativo é a ausência do Uruguai,  que na época já era Campeão do Mundo, mas é preterido por seleções, até então, nulas como Estados Unidos e Japão.

Dois fatos curiosos: apesar do vídeo não mostrar, ao escolher o time, o bonequinho dança o hino do país, e o jogo acontece entre 5 jogadores e 1 goleiro X 5 jogadores e 1 goleiro, e não 11 contra 11. Destaque para a época em que, durante os jogos, o fundo deles não era torcida nem narração, mas sim, uma simpática musiquinha. No Twitter, o Super Futebol voltou a ser destaque por ilustrar o Fundo de Tela do conhecido Twitter @futebol_pontual.

Super Futebol II (World Cup Italia 1990) – Master System/Mega Drive: Provavelmente o primeiro Futebol “licenciado” na era 8 Bits. É verdade que Mexico 86 também possuía um jogo, mas apenas no nome. Não era tão organizado como o da Copa de 1990 na Itália. Também para Master System e lançado também para o Mega Drive, a principal mudança foi a presença das 24 Seleções da Copa 1990, e mais algumas, que ficaram ausentes, porém, tradicionais como México, França e Polônia.

Outra novidade bastante curiosa (embora alguns gamers não gostem), é a verticalização do jogo. Se jogava na base Baixo <=> Cima, e não Esquerda <=> Direita, como é o padrão do Futebol na TV. A musiquinha durante os jogos, obviamente continuava. A mecânica era um pouco mais rápida e os jogadores eram vistos de cima, o que lembravam por alguns instantes, passarinhos, por causa do cursor.

No Mega Drive, uma novidade bastante curiosa, pra época: era possível se escalar a seleção, com esquema tático e uma lista de jogadores quase do tamanho da convocação de seus técnicos. No Mega Drive, o chute na bola fazia um barulhão (uma espécie de pló, pló, pló) e o carrinho lembrava um pouco um som de spray. E novamente, os “passarinhos” é quem corriam atrás da redonda. No Mega Drive, também havia um narrador, que gritava Gol. No Master System, apenas o som da torcida e a inscrição “GOAL !”.

World Class Soccer – Mega Drive/Super Nintendo: Um jogo bem mais avançado que a série Super Futebol, porém, não tanto divertido (pro meu gosto). Com cenas “comuns” do Futebol real, como o comentarista antes da partida “falando” sobre os times e o jogo que virá, uma mecânica bem mais fácil de comandar os bonequinhos e sem a clássica musiquinha durante os jogos. Já é torcida, só que sem narração.

A parte curiosa do World Class Soccer fica por conta dos uniformes: os mesmos, na maioria das seleções, não era o mesmo do Futebol Real, e sim, nas cores de suas bandeiras. Se você escolhesse a Alemanha, por exemplo, jogaria com uma seleção preta, vermelha e amarela, e não com camisas brancas e calções pretos, como o tradicional.

Outra situação curiosíssima (e, que particularmente, até hoje eu não lembro de um jogo, mesmo nos dias atuais, que tivesse o mesmo recurso), se você segurasse a bola com o goleiro, e levasse o bonequinho pra fora da área, o árbitro marcava falta (segurar a bola fora da área). Pelo menos no Mega Drive, acontecia esta infração, até hoje rara nos Games de Futebol.

Tecmo World Cup 92 – Mega Drive: Ok, em 1992 não teve Copa do Mundo, eu sei. Mas o nome deste cartucho que marcou época é este mesmo por ser, obviamente de 1992. O Tecmo WC 92, por sinal, um dos jogos em que, apesar de nunca tê-lo (sempre alugava – lembra disso ? Alugar cartuchos ?), me marcou MUITO, pois foi um dos raros jogos de Futebol com que jogava com meu pai, que por sinal, um dos poucos games em que ele era muito bom. Ele jogava sempre com a Iugoslávia, e eu com a Inglaterra.

A mecânica do game é bastante divertida, e até surpreendente em comparação a jogos da época. Os bonecos fluem rápido, tinham mobilidade e o goleiro costumava fechar o gol, coisa antes rara nos games de 8 Bits e 16 Bits, que, muitos eram na base do chutou, entrou. A musiquinha no lugar da torcida, também volta, e é bastante estimulante.

Dois fatores curiosos marcaram o Tecmo WC 92, além de seu nome: o primeiro, é que não haviam faltas. Ou seja, o segredo era descer o sarrafo e partir no contra-ataque. A outra curiosidade é que, quando se jogava contra o CPU, era o CPU é quem escolhia o adversário, e não o Player. Inclusive em amistosos. E o segundo é que a molecada se cagava de cair contra a União Soviética, porque era um dos times mais rápidos e poderosos do game. Cair contra a URSS em Copa do Mundo, era quase certeza de acabar a Copa pro Player.

Striker – Super Nintendo: Com uma abertura longa e uma trilha sonora extremamente circense com requintes de Especial da Globo pós-Novela das 20h, o Striker era um jogo simples em jogabilidade (os chutes faziam umas curvas fisicamente impossíveis, por exemplo),  porém divertido pelas diversas opções.

Acredito ser o game pioneiro que permitia editar times, nome de jogadores, nome da equipe e uniformes. Dava um puta trabalhão, mas em vinte minutos você podia transformar qualquer seleção do mundo em qualquer clube brasileiro ou europeu, por exemplo.

Novamente o jogo acontece de forma vertical, e muitas, muitas seleções para escolher. Também era possível escolher entre as novas regras da FIFA, recém-aplicadas em 92 ou 93 (como a proibição de agarrar a bola no recuo pro goleiro, por exemplo) ou o as regras clássicas. O tipo de grama, o clima, a força do vento, e até se era Futebol de Grama ou Futebol de Salão, era possível escolher.

A curiosidade do jogo ficava por conta da Decisão de Pênaltis. Se você acertasse quatro pênaltis, e seu adversário apenas um, a disputa de pênaltis acabou, certo ? Pro Striker, errado. O time derrotado batia seus pênaltis restantes até acabar, mesmo que fosse impossível de alcançar a outra equipe.

O placar eletrônico na parte inferior da tela, idêntico ao do Morumbi e do Maracanã (aquele, de luzinhas laranjas GE, que permaneceram por décadas e só sairam recentemente), trazia o nome dos times e era constantemente atualizado quando havia gol, também chamava a atenção da garotada. Fazer um gol com seu astro do Futebol (Jürgen Klinsmann, por exemplo) e ver o Placar Eletrônico anunciar o número e o nome na hora de seus gols, era sensacional. O problema é que, conforme o modelo de sua TV (PAL-M ou NTSC) ou seu screen, as vezes cortava parte do Placar Eletrônico. =(

Super Soccer – Super Nintendo: Provavelmente, o jogo de Futebol mais famoso antes das Séries mais populares como International SuperStar Soccer, FIFA, Virtua Striker e SuperSideKicks da SNK. Também vertical, mas com um espécie de perspectiva (o gol ia aumentando conforme você chegava mais perto), trazia 16 seleções, com gráficos bastante superiores aos citados acima. O ponto fraco era a jogabilidade da bola rolando.

Pro meu gosto, o tesão do jogo não era a partida, mas sim, a decisão de pênaltis. A cada gol, era uma festa, e a jogabilidade dos PK era bastante superior a do jogo corrido (a propósito, foi um jogo que eu nunca fui de alugar muito, sequer tive. Mas era bem popular entre meus amigos)

A parte curiosa do game é que o mesmo, posteriormente ganhou uma versão com os times do Calcio, ao invés das seleções. Ou seja, Campeonato Italiano. E também porque mesclava musiquinha e torcida. Ou seja, tinha os dois. Uma coisa que irritava era a falta de bom senso nas faltas. Marcavam muitas que não eram, e não marcavam muitas, que eram.

FIFA International Soccer – Mega Drive/Super Nintendo/PC: Sem sombra de dúvidas, o divisor de águas no que tange a Futebol para VideoGames caseiros. Ali começava a batalha EA Sports x Konami. Lançado em 1994, após a Copa do Mundo do mesmo ano, o game inovou em tudo: Desde a trilha sonora em seus menus até a excelente jogabilidade, num gramado que não era nem horizontal, nem vertical. E sim, diagonal, proporcionando a molecada um Futebol jamais visto, com gráficos e sons fenomenais.

Neste jogo, começava a aparecer o que chamamos hoje de Licenciamento de jogadores. Ou seja, ídolos do videogame (nomes fictícios, mas que ganhavam vida própria). No lugar de Romário,  o artilheiro brasileiro era Janco Tianno, que virou mito. No FIFA International Soccer, era possível fazer duas coisas engraçadíssimas: fugir do juiz ad eternum na hora de um cartão, e tomar a bola do goleiro, ficando na frente dele.

No ano seguinte, em 1995, uma sensação que agitou muito a molecada: times brasileiros. Até então, era impossível jogar com Flamengo, Corinthians ou Palmeiras. E o FIFA 95 acabou com isso. Trouxe várias equipes de SP e RJ , e o Internacional de intruso. Entre as equipes, algumas menores, como a Portuguesa de Desportos, a Ferroviária, o Bragantino, o América RJ e o Bangu. Alguns erros aconteciam, como por exemplo, a Portuguesa usando camisas azuis ou a camisa 2 do Botafogo ser vermelha, mas nada que impedisse a diversão.

Em 1996, demais clubes brasileiros surgiram, outros sairam, e clubes mais nanicos ainda como o Barreira do Rio de Janeiro, vieram a aparecer no game, sabe Deus porque. O FIFA de 1996 traz um erro que dá medo. Um dos equívocos de uniformes, trazia o Corinthians de Roxo, já em 1996. Premonição para 2008 ?

O fato é que, entre erros e acertos, o FIFA segue até hoje, como arma da EA Sports para lutar contra a Konami, que também nos presenteou nos anos 90 com algo muito divertido:

International SuperStar Soccer – Super Nintendo: Bastou a EA Sports bombar com o FIFA, que a Konami logo reagiu. Para muitos, é o PES 1 (Winning Eleven 1) e o jogo mais divertido da história do Super Nintendo. O International SuperStar Soccer, e posteriormente, o International Superstar Soccer Deluxe (mais popular que o primeiro).

Com gráficos, popularidade e diversão pau a pau com o FIFA, o ISSS (sigla de como ele era chamado) reinou por anos e anos no Super Nintendo. Na verdade, uma versão anterior a estas duas, era até mais antiga do que o FIFA, mas a franquia da Konami só foi estourar internacionalmente depois que o FIFA ganhava a molecada.

Se o forte do FIFA era o som e o gráfico, o ISSS resolveu apostar no quesito diversão, e transformar seus jogadores (não-licenciados) em mitos. Resultado ? Até hoje, o personagem Allejo (personagem que substituiu Bebeto com a 7, e posteriormente Ronaldo, com a 9) é lembrado nas Redes Sociais, e, se procurar, tem até camisa dele para se vender por aí.

E, por consequencia, junto a Allejo, vieram vários e vários outros astros internacionais, de diversas seleções, que imortalizaram a Série até conseguirem a licença de jogadores alguns anos depois, em outras plataformas. Um dos momentos mais marcantes do ISSS era o truque que transformava o árbitro em cão.

Outra novidade era a Série Scenarios, que existe até hoje em alguns games, tanto da Konami como da EA Sports, que consiste num jogo com placar e situações adversas (ou até placares favoráveis, mas com seleções de pouca expressão jogando contra seleções muito melhores)  que o jogador precisa reverter ou segurar.

SuperSideKicks (I, II, III e IV) – Neo Geo/Arcade: Alheios a briga EA Sports x Konami nos consoles, a SNK resolveu apostar num outro conceito de Futebol: deu um cacete nas duas em imagens, gráficos e sonoridade e focou nos Arcades. Era a Série SuperSideKicks, que atraía uma multidão para as disputadas máquinas nos Fliperamas. Ao chegar perto do gol, um cursor indicava que era possível chutar. A partir do II, do III e do IV, esta câmera mudava pra dar uma outra perspectiva de chute. Este chute era chamado pela SNK de Overdrive e era a grande vedete da franquia.

Direto e reto, sem muitos rodeios, sem escalações ou táticas, o jogador escolhia a sua seleção e vamos embora pra Copa do Mundo de 1994 (a partir do III e IV, era possível jogar torneios continentais, como a EuroCopa e a Copa América, o que era divertidíssimo. A propósito, era possível fazer algo bizarro: jogar a Copa América com a Itália ou a Copa Africana com os Estados Unidos, por exemplo. Dava pra jogar qualquer torneio continental com qualquer seleção.

No SuperSide Kicks I, eram apenas 12 seleções divididas em 2 grupos de 6, mas era legal também. Já no II, os Grupos da Copa do Mundo do SuperSideKicks II eram exatamente os mesmos da Copa do Mundo 1994 de verdade. Ou seja, se jogasse com o Brasil, se passasse do Uruguai nas Eliminatórias (sim, mesmo se o jogador escolhesse a Campeã 1990 Alemanha ou o país-sede EUA, precisava passar dela pra jogar a Copa, o que, diga-se de passagem, era moleza), já sabia que ia cruzar com Rússia, Camarões e Suécia, igual Romário e sua trupe.

Assim como a maioria dos games da SNK, mesmo os não-esportivos, era possível escolher a linguagem do game. Ou seja, era possível colocar a narração dos jogos (os principais lances como faltas, tiro de meta, lateral, escnateio, etc, eram “narrados”) em várias línguas. E, a partir do III, a versão em Português do Brasil foi disponibilizava. O grito de gol em português tinha um timbre de voz que lembrava um pouco o narrador Galvão Bueno.

Alguns anos acumulando sucesso atrás de sucesso, a SNK lançou o NeoGeo, a versão caseira dos clássicos dos arcades. Infelizmente, a diversão não engrenou tanto tempo como merecia, pelos altíssimos valores de jogos, controles e acessórios, e dificuldade para encontrar games em lojas brasileiras. Quem tinha pra vender, cobrava os olhos da cara. Isso em 1995 pra 1996. Um jogo custava cerca de 150, 200 reais, já naquela época.

Virtua Striker (I,II e 2002) – Arcade/Dreamcast:Pro meu gosto, até hoje a melhor série de Futebol já feita até hoje. Após investir pesado em jogos de lutas e corrida, e cansada de perder espaço nos arcades pra SNK, que chegava batendo forte com seu SuperSideKicks, a Sega contra-atacou de forma cruel a software japonesa com a Série Virtua Striker.

No primeiro, uma aposta poligonal, que permitia um jogo mais dinâmico. A mecânica do game impressiona até pros dias atuais. Principalmente nas bolas paradas e decisão de pênaltis, pois não são os “locais padrão” que o boneco sempre tem que bater lá. Com a barrinha e o poder de mexer o jogador, existiam milhões de locais pra bater o pênalti ou a falta, coisa que até hoje, não se encontra com tamanha exatidão como no Virtua Striker.

Com um look monstro na segunda versão, o Virtua Striker (principalmente o II) pra muitos (eu, inclusive) é superior graficamente do que até os atuais como PES 2012 e FIFA 2012, principalmente no que tange a estádios, materiais de torcidas e rostos. Também no estilo Arcade (sem muita opção de escolha de tática ou escalação), os jogadores não tem nome, mas só pelo visual, você já identifica a esmagadora maioria dos craques.

O tipo de jogo ? Mata-Mata de Copa do Mundo. E pronto. Depois, na versão para o console da Sega, o Dreamcast, apareceram outras. Mas, a mais jogada era mesmo o Mata-Mata com as grandes seleções da Copa de 1994 e 1998.

O grande macete do Virtua Striker era o gol do meio de campo, que conforme o local que você jogasse, era polêmico e até proibido, pasme. Era uma tática do game que você chutava logo depois do círculo central e o goleiro raramente pegava.  Portanto, pelo menos aqui nos arcades de Campinas, gol do meio de campo, era sinônimo de confusão na certa.

No Virtua Striker II, um dos truques mais bizarros da história dos games de Futebol. Ao vencer a Copa do Mundo, você não era Campeão. Precisava encarar a Seleção da Sega. E daí, era aquela papagaiada. Jogador de óculos que caía, lateral que tropeçava, dancinha diferente quando saía gol. Meio tenso (risos). Achou pouco ? Mais uma meia dúzia de combinação de botões e você encarava uma seleção de bonecos, fantasmas ou de esquimós, e a bola virava uma espécie de Pogobol. Esta opção de jogar contra as seleções bizarras, apenas no Dreamcast.

Dois anos depois, a Sega lançou para o Dreamcast e para o Arcade, uma versão praticamente idêntica a II, de 2002, da Copa do Mundo daquele ano, mas era tarde. Com a febre das Lan Houses com o FIFA pra PC e a morte lenta dos Fliperamas, o jogo não engrenou. Outra causa pra morte da Série Virtua Striker é que coincidiu com a saída da Sega da área de consoles. Não era compensador financeiramente competir com a pirataria do X-BOX e do PlayStation 1 e 2. E daí, o Virtua Striker infelizmente morreu por tabela =(

=========================================================================

Muitos e muitos outros jogos de Futebol foram lançados antes, durante e depois destes, mas o Futebol para Games é assunto para um Blog só disso. Só este post, demorou quase quatro horas para ser feito e pesquisado, para se ter uma idéia. Mas, para que você não pense: “puxa, Butti ! Você esqueceu meu Futebol favorito”, eu prometo que farei o possível nestes próximos vídeos pra mostrar, pelo menos alguns segundinhos dos games mais famosos (ou não muito) do esporte bretão nos videogames.

Aliás, se você tiver a lista completa dos 36 games do vídeo abaixo, manda pra cá ! Infelizmente, vou ficar devendo.

Grande abraço ! E boa diversão com os Games de Futebol !

Porque, a diversão da saudade e da bola na rede, jamais tem Game Over.

Luís Butti
Twitter: @luisbutti

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

3 respostas para Press Start Button – Você lembra ?

  1. Allejo disse:

    Allejo é o maior mito da história.

  2. Roger Matos disse:

    Virar o placar do jogo, fazer um hat trick… Quem nunca?
    International Superstar Soccer ETERNO!

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s